| Ano | Índice P/E | Alterar |
|---|---|---|
| 2026 (TTM) | -5.96 | 99.96% |
| 2022 | -2.98 | 27.69% |
| 2016 | -2.33 | 17.44% |
| 2015 | -1.99 | -54.01% |
| 2014 | -4.32 | -10.45% |
| 2013 | -4.82 | -34.73% |
| 2012 | -7.39 | -98.20% |
| 2011 | -410.49 | -10.95% |
| 2010 | -460.99 | 0.84% |
| 2009 | -457.15 | -82.79% |
| 2008 | -2.66K | -78.76% |
| 2007 | -12.51K | 0.00% |
| Empresa | Rácio P/E | Diferença do rácio P/E | País |
|---|---|---|---|
| 22.80 | -482.71% |
US
|
|
| 31.10 | -622.00% |
US
|
|
| 21.81 | -465.94% |
PT
|
|
| 39.78 | -767.67% |
US
|
|
| 7.19 | -220.74% |
SG
|
O rácio Preço/Lucro (P/E) mede a relação entre o preço da ação de uma empresa e o lucro por ação.
Um P/E baixo mas positivo representa uma empresa com altos lucros face à sua valorização atual e pode estar subvalorizada. Um P/E negativo elevado (perto de 0) representa perdas significativas.
Empresas com P/E acima de 30 ou negativo são geralmente vistas como "ações de crescimento", significando que os investidores esperam crescimento ou rentabilidade futura.
Empresas com P/E positivo inferior a 10 são geralmente consideradas "ações de valor", ou seja, já são muito lucrativas mas com pouco potencial de crescimento.